Come on, Andy

*post sugerido pela Lhys

Dos grandes tenistas do circuito, quem roubou a cena esta semana foi Andy Murray. Único top 10 a disputar torneios na semana, além de Davydenko, o britânico fará a final do ATP de Los Angeles contra o americano Sam Querrey. Porém, a notícia que realmente bombou foi a demissão do seu técnico Miles MacLagan, que trabalhava com ele desde 2007, antes que Murray se tornasse um dos melhores. Até o US Open (final de agosto), Alex Corretja fica como interino até outro assumir o posto.

O curioso é que a notícia ofuscou a contratação de Paul Annacone por Roger Federer. O suíço trabalhará com ninguém menos que o ex-técnico de Pete Sampras. Mas, um dia depois, só se falava de Murray. Parece que o número 4 cansou de gerar expectativas e quer começar a cumpri-las. Vamos então levantar o que sabemos sobre o garotão da Escócia.

  • Murray sofreu um grande trauma quando criança. Na escola em que estudava, um matador assassinou muitas crianças, e o tenista foi um dos poucos sobreviventes porque se escondeu na sala do diretor.
  • Ele adora futebol, disse que seria profissional tranquilamente no esporte. Migué? Check it out:
  • Chegou ao top 10 em 2008, após uma excelente temporada na quadra rápida (como sempre) e perdendo a final do US Open para Roger Federer.
  • Em termos de carisma… #FAIL. Mas estamos ficando com dó dele, por isso sua imagem está mudando.
  • Faz campanhas boas em Wimbledon, mas nunca chega à final.

  • Tem um bom primeiro saque, que está um pouco sumidinho ultimamente. Ainda não ganhou título na temporada (o que pode mudar ainda neste domingo).
  • Em habilidade, só perde para Federer.
  • Compartilha semelhanças com nosso querido Thomaz Bellucci: fica abatido e não motivado quando está atrás do placar e falha nos “pontosimportantes”.
  • Foi número dois do mundo no ano passado, mais pela péssima temporada de Nadal do que qualquer outra coisa.
  • Vice na Austrália em 2010, repetiu o feito de Federer e chorou depois da partida, sendo consolado pelo constrangido campeão.
  • Todo mundo fala que ele vai ganhar um Grand Slam, mas ele não ganha. O que falta? Sorte? O momento é propício. Federer está na primeira marcha e o Nadal já fez mais que a encomenda no ano. Roddick? Tá perdido na realidade paralela.

Essa é a hora do Murray. Como já disse aqui algumas vezes, seria uma pena se o estigma do “quase” ficasse pregado em sua testa. E como diz Mano Menezes, a fila anda. Precisamos de um sucessor para Federer e Nadal. Ele é o cara.

PS: E o Djokovic? Ninguém fala dele… o sérvio showman pode ser uma bela surpresa no US Open. Seria bacana, nas últimas semanas tem se mostrado menos amarelão e merece outro Slam.

PS2: não aguento mais escrever ler notícias sobre Del Potro. Ele não joga desde janeiro, se aparecer para o US Open, estará totalmente debilitado. Copa Davis e olhe lá, Argentina. Já está de bom tamanho.

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1 comentário

Arquivado em Torneios ATP

Uma resposta para “Come on, Andy

  1. O Heskey foi titular da Inglaterra na Copa do Mundo, qualquer um deve conseguir jogar bola lá. E que Andy Murray siga perdendo sempre que possível, como agora há pouco. A propósito, vale ressaltar que aquela que escreve o blog deveria atentar para a necessidade de usar mais de um par de meias por vez.

    Como de praxe, texto bão! =D

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