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#DjokovicFacts

Ele ganhou Wimbledon, eu surtei e chorei e fiz esse texto.

Vamos agora ao que interessa: os #DjokovicFacts.

Ele é um observador.

Ele gosta da Austrália.

Ele é um cigano.

Ele não se apega à estética.

Ele é um sobrevivente.

Ele realmente gosta da Austrália.

Ele encanta as mulheres.

Ele faz o melhor ponto de duplas da história.

Ele é Michael Jackson.

Ele ganha Wimbledon e vira número 1 (com narração sérvia)

 

Parabéns, seu louco, seu lindo!

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A Olhuda e a WTA

Ela late quando ganha um ponto importante, ela namora um rapaz de 16 anos (dizem por aí), ela não dá três saltos mortais e sai correndo abraçar os parentes quando ganha seu primeiro Slam. Petra Kvitova é uma moça estranha. E uma excelente tenista, sem dúvida.

Sei que dá muita vontade de apontá-la como uma representante do “futuro-do-tênis-feminino”. Acho que será, mas não a única. Ainda não há uma tenista entre as mais jovens que podemos enxergar uma força de campeã como a de Serena, Venus, Justine, Kim e Sharapova, uma líder em potencial.

Kvitova está nos holofotes desde o ano passado e vem fazendo uma excelente temporada, é verdade, mas o tanto de expectativa a que ela correspondeu em Wimbledon foi a mesma que ela não correspondeu em Roland Garros. Talvez porque seu jogo seja mais adequado à grama?

Acho que não. Petra tem um ótimo saque, sem dúvida, mas não é suficiente para desestabilizar uma adversária, como os das irmãs Williams e da Lisicki, por exemplo. O forte dela são as bolas retas da linha de base e nisso ela lembra muito a própria Sharapova. O que quero dizer é que não vejo o jogo da Kvitova como uma novidade, mas como uma tendência que começou com a Sharapova e tem como expoente a Azarenka, derrotada pela tcheca na semifinal.

O que difere a Petra, na minha visão, é a sua postura um pouco “alheia” a tudo que está ao seu redor. Ela tem inconstâncias dentro de um jogo, mas não perde a cabeça como a Azarenka. Foi isso que fez com que ela sacasse para o campeonato numa final de Wimbledon contra uma ex-campeã e confirmasse sem problemas.

Por sua vez, Maria não tem por que ficar triste. Foi um longo caminho desde a lesão no ombro, os resultados ruins, a desconfiança, a melhora nesta temporada, a semi de Roland Garros, até a final em Wimbledon. Tudo que posso pensar é o quanto esse US Open será interessante, com irmãs Williams com ritmo de jogo, Sharapova confiante, Clijsters recuperada (espero) e as novatas querendo desbancá-las a todo custo. Game on.

Uma frase para cada integrante do Big Four

Nadal: perdendo a final ou não, foi o melhor jogador do campeonato.

Djokovic: tudo o que ele fez não poderia passar em branco. Ele chegou ao número 1. O problema agora é manter. Será MUITO difícil.

Federer: após a vitória sobre Djoko em Roland Garros, ele disse que, quando abriu 2×0, sabia que tinha vencido porque não se vira um jogo contra ele. O destino é uma bosta.

Murray: trabalhar, treinar, melhorar, acreditar e a hora chega. Djoko está aí para provar.

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Sunday Bloody Sunday

Não, não é um domingo sangrento (eu espero). Os britânicos geralmente usam “bloody” como expressão para “maldito” (BLOODY HELL!). E maldito certamente esse domingo é. Estamos todos com a buzanfa no sofá e NENHUM JOGUINHO passando. Em compensação, amanhã, quando estivermos espremidos no metrô/busão, editando documentário, estudando e trabalhando, todas as oitavas de final estarão em curso. Pois bem, falemos dos nossos amados:

Sobre Bellucci
Primeiro jogo a começar e a terminar. #FAIL. Thomaz continua seu calvário contra ex-tenistas em atividade (James Blake manda lembranças) e tem agora na Davis uma boa oportunidade para retomar a confiança: ser o protagonista num confronto no saibro contra um país “ganhável”. O problema é: Bellucci não é alguém que curte muito aproveitar oportunidades. A estratégia do alemão na estreia em Wimbledon, por mais que tenha sido inteligente, foi igualmente previsível. Variar, trazer o jogo para a rede e atacar o backhand é um plano de jogo que até eu faria contra o Bellucci. A resposta do brasileiro (tentar uma coisa diferente a cada ponto e errar todas) que deixou a desejar. Para fechar o pacote, deu bolo na Jarka. Oremos pela quadra dura.

Sobre Roger e Rafa
Antes de Roland Garros,  dois decadentes, obsoletos. Agora, dois favoritos com enorme vantagem. Jornalista é um bicho volúvel. De qualquer forma, as apresentações de ambos justificam. Mas não acho que seja bom para eles chegar à semifinal sem sustos. Aquelas três primeiras rodadas em Roland Garros foram fundamentais para o Nadal exigir mais de si mesmo e vencer o torneio.

Sobre Novak e Andy
O sérvio voltou aos dias de drama queen no jogo contra Baghdatis. A diferença é: agora ele ganha esse tipo de jogo. A torcida “suíço-espanhola-cipriota” na Quadra Central também ajudou bastante: Nole ADORA olhar para cima, dar aquela fungada nolística e lançar o olhar #chupaqueédeuva para a galera. Andy dramático é pleonasmo. O difícil para ele é parar de pensar no que ele tem que fazer para passar pelo Nadal. Ele tem que chegar até o espanhol antes.

Sobre Roddick e Soderling
Connors matou a pau: Roddick não tem mais o melhor saque do circuito, seus oponentes evoluíram muito na devolução. The end. Ele tem duas opções: se contentar em vencer ATP 500 ou curtir a vida. Acho que ele deveria escolher a primeira. Com problema estomacal ou não, Soderling não está vivendo um bom momento, após o fim de ano fulminante e os três títulos onde-era-cabeça-1. Ele definitivamente desgrudou do top 4 e sua esperança está nas quadras rápidas.

Sobre Venus e Serena
Falamos com tanta naturalidade que as duas são favoritas para ganhar Wimbledon, que chega até a assustar. Imagine se o Nadal ficasse um ano fora. Eu não o escolheria para levar nem Monte Carlo! Mas a instabilidade das tenistas mais jovens realmente ajuda as irmãs. Uma hora a “do momento” é a Azarenka, depois a Kvitova, depois a Lisicki… uma delas certamente pode parar as Williams, mas você apostaria nisso? Pois é.

Sobre Caroline e Maria
Pena que o confronto será (será?) nas quartas, porque seria uma final muito interessante. Descartar a dinamarquesa é muito fácil depois de Roland Garros, mas não é claro que isso a motiva ainda mais? Reparem: Wozniacki está bem “fora do radar”. Se você fosse número 1 do mundo, aceitaria isso? O jogo dela ainda não pode ser suficiente para ganhar Wimbledon, mas a vontade com certeza é. Já a russa deixou para trás a fase “Ivanovic” e consegue avançar, mesmo perdendo uns sets pelo caminho.

Cinco melhores jogos até agora:

Djokovic x Baghdatis – porque, apesar de eu ter xingado meio mundo, admito que foi divertido para o resto do planeta.

Soderling x Hewitt – porque eu sempre vi um guerreiro no australiano. Nesse jogo, vi no sueco pela primeira vez.

Tsonga x Dimitrov – porque todo mundo disse que foi super legal. Eu não vi.

Venus x Kimiko – porque existem mulheres de 30 e 40 anos jogando demais por aí.

Lisicki x Li – porque poucas pessoas conseguem fazer cinco aces em 0/40

Momento tenso: os palpites!

Nadal/Delpo – argentino é #cowonice. Só um milagre. Nadal em 3.

Berdych/Fish – o tcheco deve dar aquela complicada básica, mas passa em cinco.

Murray/Gasquet – pode ser uma surra ou uma montanha-russa. Espero que seja a primeira opção, acho que será a segunda. Andy em cinco.

Lopez/Kubot – só uma amarelada muito, muito, muito grande tira o Deliciano das quartas. 3×1

Federer/Youzhny – treinar nunca é demais. 3×0

Ferrer/Tsonga – no jogo, dá Jo-Willy, mas se arrastar muito, periga… Tsonga em quatro.

Djokovic/Llodra – faça um bom treino de devoluções e passadas e seja feliz. 3×0

Tomic/Malisse – experiência x juventude blablabla. Belga em quatro sets.

Wozniacki/Cibulkova – Carolaaaine está com mais sangue nos olhos do que nunca. 2×0

Sharapova/Peng – típico jogo para a Maria se complicar… e ganhar. 2×1

Serena/Bartoli – no papel, é disputado, mas a francesa está se arrastando. 2×0

Cetkovska/Lisicki – porque tem tudo para ser o torneio da vida da alemã. 2×0

Azarenka/Petrova – não faço ideia de como a Petrova chegou aí, mas não interfere no meu palpite. Vika 2×0

Pervak/Paszek – serei honesta. Sei lá.

Kvitova/Wickmayer – a belga ainda não engoliu a derrota em casa na Fed Cup. Wicky 2×1 com muito drama.

Venus/Pironkova – as Williams adoram vinganças. 2×0


			

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Game, set, match, Wimbledon!

Game on! Recomendo os posts dos meus colegas tuiteiros/blogueiros do tênis (barra da lateral direita, lá embaixo) com análises-abalizadas sobre as chaves e as chances de cada tenista. Pessoalmente, acho muito complexo prever um Grand Slam. É um outro tipo de tênis. Afinal, quem imaginava que Tomas Berdych venceria Federer e Djokovic no ano passado? Haverá um Berdych em 2011? Impossível saber.

MAS NÃO CUSTA CHUTAR NÉ! rs

O que eu acho que acontecerá em Wimbledon. Vamos lá:

– o Bellucci vai perder na primeira rodada em um jogo de cinco sets interrompido duas vezes pela chuva
– o Mahut dará uma surra no Isner em 1h30
– Nadal, Federer, Murray e Djokovic chegam às semifinais, mas com um jogo-susto para cada um.
– Murray toma uma surra do Nadal e todos fazem cara de pena, Djokovic perde em cinco sets para Federer
– Federer perde a final para o Nadal, só para variar um pouquinho
– Serena vai até a semifinal, todo mundo dá como certo que ela será campeã, os jornalistas americanos comemoram que finalmente a única pessoa nascida nos EUA capaz de vencer Slams voltou, daí ela perde. Uma random do top 10 (sei lá, a Kvitova) ganha o torneio.
– Melo e Soares vão às semifinais e todo mundo fala que deveriam ter levado o Melo para a Davis.
– Bellucci e Jarka perdem na primeira rodada, anunciam que não jogarão mais juntos e ela tuita “preciso jogar com alguém que vença tiebreaks”

Agora, vamos ao que realmente interessa! Os meus CINCO DESEJOS para Wimbledon:

  1. Murray campeão. Gosto de emoções.
  2. Djokovic número 1. Não podemos contar com Federer e Soderling para ajudar na empreitada. Delpo, estou contigo.
  3. Isner sendo maduro pela primeira vez na vida e ganhando com autoridade na primeira rodada (em menos de 11 horas, de preferência).
  4. Bellucci atropelando o Schuettler, vencendo o Deliciano (para tristeza de Judy Murray), ganhando em 5 sets do Roddick e parando só no Murray. #dreamon
  5. Uma final entre Wozniacki e Zvonareva. Porque, depois de Roland Garros, seria muito irônico se isso acontecesse.
Alguns vídeos recentes bacanas de Wimbledon 
As dez coisas que Isner pensou durante o jogo de 11 horas contra Mahut
Semifinal de 2009 entre Serena Williams e Elena Dementieva. Jogaço é pouco.
Eu vi esse jogo. Meus pêsames se você não viu.
Semana que vem, no domingo de descanso (só para os tenistas, porque eu estarei trabalhando), faço uma análise menos fanfarrona do torneio. See ya!

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Missão cumprida

Foram três dias intensos na esfera “trabalhística”, mas não deixarei de postar aqui meus pensamentos sobre Roland Garros. Estou que nem o Nadal:

– CLAP CLAP CLAP Rafa. O homem sabe crescer na hora certa. Só perdeu para o Djokovic em 2011 (o Ferrer não conta, ele se machucou), reagiu naquele primeiro set quase perdido contra o Federer, colocou o suíço no bolso pela milésima vez e demonstrou como nunca sua emoção e o quanto teve que se superar para vencer o título. Ele sabia que seria impossível defender todos os pontos no saibro, mas foi quase perfeito na empreitada. O respeito que ele mostra pelo Federer também é admirável. Sem falar mais uma vez na força mental e no seu TALENTO, como bem disse o Alexandre aqui. Mesmo assim, ainda-acho-que-a-final-teria-sido-mais-disputada-se-o-Nole-estivesse-nela.

– Antes do torneio, olhando apenas a matemática, era fácil cravar que o Djokovic passaria o Nadal em Paris. Afinal a “ÚNICA” forma disso não acontecer era o Nadal ser campeão diante de um adversário que não fosse o sérvio. Ok, como se isso fosse muito difícil de acontecer. O adversário que esteve mais perto de derrotar o Nadal foi o John Isner (!!!) na estreia. Além disso, a chave reservou o semifinalista mais complicado (Federer) para o Nole. Por mais que todo mundo falasse “olha, ninguém fala do Roger, ele pode surpreender”, isso não é verdade. Todo mundo viu o Federer jogar, analisou suas partidas, elogiou suas convincentes vitórias. Tanto que a maioria das pessoas disse antes da semi que o suíço acabaria com a invencibilidade do Nole, como realmente aconteceu. Até o próprio Djokovic parece ter entrado em quadra já conformado com isso.

– Mas nada pode apagar a melhor apresentação que eu vi numa quadra de saibro neste ano: Roger Federer na semifinal. Mesmo com o coração partido pela derrota do Nole, foi um verdadeiro prazer ver o suíço desfilar sua incrível técnica por mais de três horas, quase um repeteco do ATP Finals. Foi o primeiro momento espetacular de Federer na temporada e espero que não tenha sido o último.

– Agora é Wimbledon: “ah, agora na grama, o Federer tem tudo para ser campeão, o Nadal não vai conseguir repetir o título”. Aham, vai nessa, vai…
Tudo depende de que lado Federer vai cair. Quem ficar com o Murray na semi tem a vida mais fácil (a não ser que o Brit faça o torneio de sua vida). Djokovic precisa novamente “só” da final para ser número 1.
O que está claro é que a grande menina dos olhos dos quatro está em Londres. Mas talvez o espanhol entre mais relaxado por ter vencido em Roland Garros. Ok, eu coloquei “relaxado” e “Nadal” na mesma frase. Isso não faz muito sentido…

Agora, gente, vocês lembram dos meus 10 desejos para Roland Garros? Vamos ver quais foram realizados:

1 – Que o Djokovic seja número 1 – Não rolou. THANKS A LOT, ROGER.
2 – Que o Bellucci repita as oitavas de final – Não rolou também. Mas eu não fico brava, afinal, Thomazinho foi responsável pela MELHOR COISA DO TORNEIO: o rolo com a Jarka. Divertidíssimo.

3 – Que o Murray chegue à semifinal – Aconteceu, apesar da torção no tornozelo e daquele-jogo-tenebroso com o Troicki.
4 – Que Nadal e Federer detonem os pangarés. – O Federer cumpriu e o Nadal também, já que eu havia pedido…
5 – Que o Isner ganhe pelo menos um game do Nadal – É rapaz, ganhou dois sets! High five, Tree!
6 – Que Caroline jogue bem – Hum……….. NEXT
7 – Que ocorra uma partida-maratona – Várias. Mas todas com o Fognini (dispenso, grata).
8 – Que o Guga brilhe muito nas arquibancadas – Check!

9 – Que a Petko seja campeã – Nem… mas super curti a Na Li.
10 – Que a ESPN continue disponibilizando a tecla SAP em suas transmissões – rolou também! A única vez que voltei ao português foi no dia do Everaldo Marques, no qual o pobre narrador teve que dar um google no Fernando Gonzalez, já que o Maraucci “achava que ele tinha se aposentado”.

Bye, saibro. Oi, grama.

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A diva chinesa

A única coisa que faltou para a final feminina de Roland Garros ser perfeita foi uma câmera num bar chinês nos últimos pontos (tipo a do Del Potro no US Open). Eu odeio estabelecer essas analogias, mas a Na Li tem tudo para ser a “Guga” chinesa. O primeiro título em Roland Garros já veio. Talvez a liderança do ranking um dia? A idade está contra Li, mas se há um lugar em que TUDO pode acontecer, ele se chama WTA.

Quais eram as favoritas antes desse torneio começar? Caroline Wozniacki vinha de mais uma temporada consistente; Kim Clijsters sempre é (agora, há controvérsias) um perigo em Slam; Victoria Azarenka foi uma das melhores no saibro, Maria Sharapova brilhou no final. As duas primeiras fizeram um papelão e as duas últimas pararam na campeã.

Mais bizarro ainda é pensar na temporada “murrayística” da Na Li: vice no Aberto da Austrália, depois um verdadeiro apagão e derrotas em estreias, a recuperação justo no piso menos favorável: o saibro. Duas semifinais depois, Li chegou a Roland Garros ainda sob muita desconfiança e com uma chave difícil.

Praticamente todos davam como certa sua derrota para Kvitova, Azarenka ou Sharapova. Até na final. Mas ela foi capaz de colocar em prática seu estilo agressivo em Paris e não deixou o nervosismo atrapalhar na hora de confirmar, apesar de ameaçar umas “verdascadas” em alguns momentos.

Além de tudo, Na Li é DIVA. Nas entrevistas, fala sobre ronco do marido, gastos com cartão de crédito, desejos de dupla-falta da adversária, de como de repente ela virou heroína na China aos 29 anos… Teve coragem de tirar o maridão do cargo de seu treinador e chamou alguém de fora. #ficadica Wozniacki…

E o que posso falar de Schiavone? Durante os Grand Slams, todo mundo se lembra que gosta dela. Mas e no resto da temporada? Quem são os fãs que ACOMPANHAM a Schiavone? Eu não sei de nenhum. Infelizmente, isso só acontece porque ela é “feia”. (By the way, imagino que todas as pessoas que chamam a Fran de feia sejam lindas tbm… #justsayin)

Imagine uma moça loira, alta, com vestidos bonitos jogando a bola da Fran? Teria um fã-clube em cada país do mundo. Não me entendam mal, eu não acho que as musas não merecem toda a atenção. Se elas estão no topo, é porque merecem, sem dúvida. Mas então porque as outras não merecem? Para isso acontecer, nossas “velhinhas” também têm que se ajudar e fazer algo que preste além dos Slams, certo? Não me decepcionem.

GO LI! GO FRAN!

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1 – Gilles Simon – 6/3 6/1 7/5 – Copa Davis

2 – Gael Monfils – 6/2 6/2 6/4 – Copa Davis

3 – Marcel Granollers – 6/1 6/3 6/1 – Aberto da Austrália

4 – Ivan Dodig – 7/5 6/7 6/0 6/2 – Aberto da Austrália

5 – Viktor Troicki – 6/2 des. – Aberto da Austrália

6 – Nicolas Almagro – 6/3 6/4 6/0 – Aberto da Austrália

7 – Tomas Berdych – 6/1 7/6 6/1 – Aberto da Austrália

8 – Roger Federer 0 7/6 7/5 6/4 – Aberto da Austrália

9 – Andy Murray – 6/4 6/2 6/3 – Aberto da Austrália

10 – Michael Llodra – 6/3 6/3 – Dubai

11 – Feliciano Lopez – 6/3 2/6 6/4 – Dubai

12 – Florian Mayer – 7/5 6/1 –Dubai

13 – Tomas Berdych – 6/7 6/2 4/2 – des. – Dubai

14 – Roger Federer – 6/3 6/3 – Dubai

15 – Andrey Golubev – 6/4 6/4 – Indian Wells

16 – Ernests Gulbis – 6/0 6/1 – Indian Wells

17 – Viktor Troicki – 6/0 6/1 – Indian Wells

18 – Richard Gasquet – 6/2 6/4 – Indian Wells

19 – Roger Federer – 6/3 3/6 6/2 – Indian Wells

20 – Rafael Nadal – 4/6 6/3 6/2 – Indian Wells

21 – Denis Istomin – 6/0 6/1 –Miami

22 – James Blake – 6/2 6/0 –Miami

23 – Viktor Troicki – 6/3 6/2 –Miami

24 – Kevin Anderson – 6/4 6/2 –Miami

25 – Mardy Fish – 6/3 6/1 –Miami

26 – Rafael Nadal – 4/6 6/3 7/6

27 – Adrian Ungur – 6/2 6/3 – Belgrado

28 – Blaz Kavcic – 6/3 6/2 – Belgrado

29 – Feliciano Lopez – 7/6 6/2 – Belgrado

30 – Kevin Anderson – 6/3 6/4 – Madri

31 – Guillermo Garcia-Lopez – 6/1 6/2 – Madri

32 – David Ferrer – 6/4 4/6 6/3 – Madri

33 – Thomaz Bellucci – 4/6 6/4 6/1 – Madri

34 – Rafael Nadal – 7/5 6/4 – Madri

35 – Lukasz Kubot – 6/0 6/3 – Roma

36 – Stanislas Wawrinka – 6/4 6/1 – Roma

37 – Robin Soderling – 6/3 6/0 – Roma

38 – Andy Murray – 6/1 3/6 7/6 – Roma

39 – Rafael Nadal – 6/4 6/4 – Roma

40 – Thiemo de Bakker – 6/2 6/1 6/3 – Roland Garros

41 – Victor Hanescu – 6/4 6/3 1/2 des. – Roland Garros

42 – Juan Martin Del Potro – 6/3 3/6 6/3 6/2 – Roland Garros

43 – Richard Gasquet – 6/4 6/4 6/2 – Roland Garros

Never forget. 

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