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10 barracos inesquecíveis do tênis

Tirem as crianças da sala! Inspirada por um post sobre rivalidades de @JamesLaRosa, resolvi lembrar (e mostrar, caso você não acompanhe tênis) os dez melhores barracos do tênis. Claro que vocês vão lembrar de muitos que não estão aqui, mas a ideia era não repetir os tenistas e mesclar nomes atuais com os do passado, homens e mulheres, brasileiros e estrangeiros. Porém, minha gente, não espere tapas, socos, pontapés, nada disso. Afinal, isso é tênis. Você pode gritar, xingar, dar piti, mas nunca desarrumar o cabelo ou sujar o uniforme. Aos barracos! (se algum for desativado pelo YouTube, me avisem)

Rafael Nadal x Carlos Bernardes
Quando: ATP Finals de 2010
Motivo do barraco: uma bola do Berdych que o Nadal alegou fora, o árbitro brasileiro deu a marcação, o Berdych desafiou e tinha sido dentro. Ao invés de repetir o ponto, o Bernardes deu o ponto para o tcheco.
Frase marcante: “¡Estás – diciendo – una – barbaridad!”

Andy Murray x Juan Martín Del Potro
Quando: Roma, 2008
Motivo do barraco:
ambos eram jovens, não muito famosos, marrentos e botaram a mãe no meio
Frase marcante:
“He’s talking about my mum, what the hell is he doing?!”

Serena Williams x juíza de linha
Quando: US Open, 2009
Motivo do barraco: faltavam dois pontos para a Clijsters vencer a Serena e a norte-americana fez uma “foot fault” (pisou na linha no saque), dando um match-point para a belga. O problema é que ela começou a ameaçar a juíza de linha (a leitura labial depois revelou um “vou enfiar essa bola na sua garganta”), tomou uma advertência e perdeu mais um ponto, ou seja, a partida. O constrangimento do momento se resume na expressão da Clijsters.
Frase marcante: “I didn’t say I would kill you, are you serious?”  e a mulher na plateia “Yeah, you did!”

John McEnroe x Jimmy Connors
Quando: Chicago, 1982
Motivo do barraco: nenhum. Eles se odiavam mesmo.
Frase marcante: não dá para ouvir nada. Mas pelo menos tem dedo na cara.

Nadia Petrova x Liezel Huber
Quando: Wimbledon, 2007
Motivo do barraco: o vídeo é BEM auto-explicativo, acreditem
Frase marcante: “GET AWAY, I’M NOT FINE!”

Crazy Dani x juiz de linha
Quando:
Buenos Aires, 2009
Motivo do barraco:
é o Crazy Dani. Poderíamos fazer uma lista só com ele.
Frase marcante:
mano da plateia “LOCOOOOOOOOOOOOOO”

Martina Hingis x Steffi Graf + juízes + Paris
Quando: 
Roland Garros, 1999
Motivo do barraco: 
é a Hingis. Poderíamos fazer uma lista só com ela.
Frase marcante:
narrador “don’t do that! You can’t go across the net! That’s a no-no”.

Novak Djokovic x Andy Roddick + Nova York
Quando: US Open, 2008
Motivo do barraco: naquela época distante em que o Djokovic era conhecido como o-cara-que-inventava-contusão-para-abandonar-quando-perdia, Roddick tirou com a cara dele antes da partida dos dois. Pois bem, o Djokovic ganhou o jogo e não deixou por menos. Só que, assim como o Homem-Aranha, ninguém mexe com o Roddick em NY.
Frase marcante: “Andy was saying I had 16 injuries in the last match, so obviously I don’t, right?”

Roger Federer x árbitro + Juan Martín Del Potro + desafio
Quando: US Open, 2009 (sim, de novo)
Motivo do barraco: o árbitro não deixou o Federer pedir o desafio depois de algum tempo.
Frase marcante: “I don’t give a shit what he says. Don’t fucking tell me the rules! You guys should know the rules, right?”

Flávio Saretta
Clássico. Sem mais. Ver até o final.

PS: A semana do tênis foi surpreendente. Vocês podem ver as notícias.

PS2: lembram que eu ia fazer um post versão feminina dos look-a-likes dos homens? Então, eu não fiz, mas o @gegalli fez! Check it out: http://wtaangels.blogspot.com/2011/04/separados-no-nascimento.html.

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O efeito Indian Wells

O post de hoje é pequeno porque, como vocês devem ter visto no meu Twitter, eu estou trabalhando neste fim de semana. Além disso, pouca coisa aconteceu que mereça muita atenção, mas está quase tudo aqui. Semana que vem, com o campeão e a campeã, o post será grande. #prometo

Fiquei bastante impressionada com a quantidade de atenção e favoritismo que Novak Djokovic está recebendo da imprensa antes do Masters. Acho que nunca o sérvio chegou a um torneio tão prestigiado. Nós sabemos que o Nole é um cara que se empolga com esse tipo de bajulação, mas não podemos prever o quanto sua mente está preparada para discernir entre realidade e oba-oba. Na verdade, acho melhor até que ele não seja campeão.

Roger Federer estreia hoje também e não esperamos nada menos do que ele sempre oferece: jogos que são verdadeiras aulas de tênis, viajadas absolutas para dar aquele susto. Eu assisti ao Rafael Nadal ontem pela TV já sem a preocupação de trabalhar e não gostei muito do que vi, mesmo com o pneu. O espanhol descalibrou novamente o saque e parecia insatisfeito com algumas bolas bobas que errou. Ainda não sabemos qual será o Nadal 2011.

Andy Murray, vamos lá. Minhas respostas às vitórias e derrotas deles são sempre exageradas porque, vocês sabem, eu torço pelo cara. Xingo Murray, como detono o Thomaz Bellucci, pelo simples fato de esperar mais do que eles podem oferecer. Depois da surra que levou do Djokovic, o Murray claramente está sem rumo, sem noção do que fazer, de como melhorar, de onde errou.

Ainda acho que a chave está no aspecto mental, como estava em Djokovic. Mas não adianta mais cobrar isso para agora, ele vai precisar de muito tempo. Afinal, o ano passado dele não foi muito bom também, certo? Acho que está na hora de baixar as expectativas. Já Del Potro parece cada vez mais promissor, mesmo sem apresentações brilhantes. O argentino está confortável em quadra e jogando o básico, de forma eficiente, e está certo. Não adianta querer bater na bola tão forte quanto antes ou arriscar demais. Para ele, o segredo são os pequenos passos.

Hoje tem estreia dos brasileiros também. Acho que Bellucci se complica contra o Benjamin Becker e Ricardo Mello tem boas chances contra John Isner. O grandalhão está numa fase lamentável e o brasileiro é mais forte mentalmente.

E as mulheres? Não pude ver as mulheres, porque ninguém transmitiu! Mas até agora, nada de muito chocante, além das derrotas de Kuznetsova e Na Li. O jogo mais interessante foi a vitória da Safina contra a Hantuchova. Quem sabe a russa não volta ao top 20? Mas acho que esse é o máximo que ela pode alcançar novamente. A nova geração está vindo aí e parece promissora.

Meus palpites para o título: Caroline Wozniacki e Robin Soderling.

(Era para o post ser pequeno, né hehe)

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A boy band do tênis

Inspiração do post: fui ao show do Backstreet Boys ontem, revivi minha infância e como a vida era mais simples naquela época. Porém, depois pensei em como haviam acontecido muitas coisas legais desde então, inúmeras partidas de tênis… Ok, parei de sentimentalismo, é apenas um gancho mesmo para falar sobre o que aconteceu nessa semana.

Pensei em cinco tenistas que formariam uma excelente boy band do tênis. Carismáticos, talentosos, cheios de fãs mulheres, etc. Além do mais, convenhamos, as torcidas do tênis são tão histéricas quanto às dessas bandas. Vamos aos escolhidos:

Thomaz Bellucci

Mas é claaaaaaaaaro que eu não deixaria nosso number one fora dessa. Além de ser um tenista muito bom, tem o componente moço-do-interior-tímido e as meninas adoram isso. Nesta semana, Bellucci terminou uma turnê sul-americana de altos e baixos. Não defendeu o título de Santiago, foi mal no Sauípe, mas jogou bem justo no torneio que valia mais pontos (Acapulco) e voltou para onde estava antes, top 30. Depois de tanto tempo jogando no saibro, acho complicado para Bellucci ganhar jogos em Indian Wells e Miami, mas, se uma coisa que aprendemos sobre o broto, é que ele é imprevisível. #verdascofeelings

John Isner

Esse seria o equivalente ao Nick, o ultra-americano-com-carinha-de-bebê. Só que o Isner é mais bobinho e desajeitado. O vencedor de Wimbledon Forever não está numa fase boa. Era um top 20 constante há muito tempo, mas não conseguiu defender os resultados dos torneios americanos do ano passado e despencou para a 32ª posição. Paquerador #fail do Twitter, Isner deu publicamente (ou digitalmente) em cima de Caroline Wozniacki e depois de Andrea Petkovic, sendo ignorado ou aloprado por ambas. Tudo culpa do Mahut, eu diria.

Nicolas Almagro

Sim, porque toda boy band tem um feio-chato-briguento. Quem melhor que o rei do saibro latino-americano Almagro, que seria o maior prejudicado com a possível mudança de piso dos torneios daqui? O espanhol batucou com o Olodum em Salvador e começou a ganhar seguidamente, até encontrar David Ferrer na final de Acapulco e finalmente sentir o cansaço. A pergunta é: se Almagro tivesse jogado em Dubai, passaria pela primeira rodada?

 

 

Juan Martin Del Potro

As fãs não gostam apenas das boy bands por causa das músicas. Elas querem se identificar ou torcer para a história de vida de alguém. Nesse caso, Del Potro é a escolha ideal. Sensação do tênis, candidato a sucessor de ‘Fedal’, sofre uma lesão gravíssima no punho, tenta voltar e toma pau, enfim, dava até um filme. O argentino está na final hoje em Delray Beach e, a partir daí, segura o Potro.

 

 

Novak Djokovic

Obviamente, na nossa boy band não faltaria o tenista mais “estrelinha” (digo isso com todo o amor do mundo). A diferença é que agora, além de ser o carismático brincalhão do top 5, Djokovic está virando um jogador cada dia melhor. Ligaram algum interruptor na cabeça do número 3 naquele jogo do US Open que o fez acreditar mais em si mesmo e enterrar de vez os atendimentos médicos desnecessários, as alergias, a dor não sei aonde… Ele não precisa mais disso, está se garantindo “apenas” com um jogo perfeito no fundo de quadra e bons saques e subidas à rede. Está faltando um Nadal x Djoko neste ano… (até porque Federer e Nadal jogam o tempo todo em exibições e já está perdendo a graça).

Homenageando o post da semana: 

Winner da semana: para a querida Bepa aka Vera Zvonareva, mais uma russa doida e muito guerreira, que venceu Caroline Wozniacki em Doha. Ganhe um Slam e você poderá ocupar o lugar de Elena Dementieva no meu coração.

Dupla-falta da semana: a briguinha infantil de Serena Williams e Justine Henin. No fim, todos sabemos que isso se resume àquela velha questão: eu-acho-que-sou-melhor-do-que-você.

Semana que vem tem DAVISSSSSSSS.

 

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Ressaca australiana

No último post, eu falei apenas da final masculina do Australian Open, deixando as mulheres de lado mais uma vez (Sheila, sua machista!). Na verdade, o fato é que estão ocorrendo algumas mudanças na WTA recentemente e todas se relacionam a Kim Clijsters de alguma forma. Então, o primeiro destaque do dia é ela.


Nesta semana, a Clijsters se tornou a nova-antiga número 1 do ranking. A primeira vez que ela esteve no topo foi em 2003 e isso diz muito sobre o circuito feminino hoje em dia. Olhando o top 20, a maioria tem menos de 25 e, mesmo assim, as “velhas” Kim e Na Li foram as finalistas na Austrália. Isso significa que as novatas não têm talento? Não. Na realidade, são as pós-25 que mostram atualmente uma forma física impressionante.

Tirando a Venus Williams e a Justine Henin (que desistiu de voltar, logo a norte-americana deve fazer o mesmo), temos grandes jogadoras hoje em dia em excelente forma num estágio mais ou menos avançado de suas carreiras: Stosur, Schiavone, Pennetta, Kuznetsova, Na Li, até a Zvonareva, que tem cara de menina, mas já tem seus 26… tanto nos Grand Slams, quanto na Fed Cup, que acompanhamos recentemente, essas tenistas foram os destaques. A impressão que dá, quando vemos as partidas, é que a idade não faz diferença na parte física do jogo, mas faz MUITA na parte mental.

Clijsters é a jogadora mais talentosa em atividade atualmente e, quando a Serena voltar… continuará sendo! A Serena é mais forte nos músculos, na garra e na confiança, e isso você não encontra em nenhuma outra tenista da WTA. Mas a Mamãe Kim conseguiu sair da sombra de Henin, pegar um momento propício, sem as Williams, e o aproveitou quase totalmente ao seu favor: US Open, Masters de Doha, Australian Open. Além disso, Kim inspira tanta confiança, que, quando sai atrás no placar, todos sabem que acontecerá a virada. Foi assim em Melbourne e em Paris, na partida que lhe deu o número 1. É simples: não há como dizer que, hoje, ela não é a melhor tenista em atividade.

Porém, onde fica Caroline Wozniacki nessa história? A dinamarquesa pode muito bem recuperar a posição em pouquíssimo tempo e será premiada novamente por sua regularidade e (why not?) seu talento. Certamente, Wozniacki se saiu melhor no posto de número-1-sem-Slam do que Jankovic e Safina, muito devido a seu temperamento calmo e humilde. Wozniacki não é egocêntrica, sabe onde estão as suas falhas e o que deve fazer para melhorá-las, nesse aspecto, ela me lembra o Nadal. É bom para ela ficar fora dos holofotes por um tempo e trabalhar para ser a melhor tenista que pode ser. Antes que me esqueça, como ela estava linda no prêmio Laureus!

Um fator que poderá mudar tudo e jogar esse top 10 de cabeça para baixo é a volta de Serena, cada vez mais próxima. Tremei, WTA!

 

 


No saibro sul-americano… vencem os espanhóis!

Já acabaram Santiago e Costa do Sauípe na turnê sul-americana de saibro, faltando Buenos Aires e Acapulco. Até agora, só os espanhóis fizeram a festa: Robredo no Chile e Almagro no Brasil. Na Bahia, Alexandr Dolgopolov mostrou que não será um nome passageiro (assim como Raonic está fazendo no torneio de San Jose), mas a experiência do “segundo escalão espanhol” tem feito a diferença ainda. Thomaz Bellucci se esforça, mas esbarra em chances desperdiçadas e torções azaradas no pé. O paulista parece que está buscando melhorar seu jogo, não ficar tão dependente de seu saque e forehand, mas o processo é longo e muitos dos drop-shots e voleios que ele tenta são ruins.

De qualquer forma, ele está tentando. O problema é que o circuito não vai ficar sentado esperando Bellucci ser um tenista melhor. O top 30 já escapou, o top 20 parece um sonho já bem distante e é necessário tomar cuidado para o top 40 não ir embora. Quem tem dado boas alegrias são Marcelo Melo e Bruno Soares, campeões em Santiago e no Sauípe. Que os mineiros não percam o embalo e consigam bons resultados em torneios mais importantes.

No resto do mundo, destaque para a boa campanha de Del Potro em San Jose, perdendo apenas na semifinal para Verdasco. O argentino faz muito bem em disputar torneios de quadra dura nos EUA, ao invés de ficar fazendo ralis com os espanhóis por aqui no saibro. Trabalhando dessa forma, Del Potro pode chegar numa boa condição para Miami e Indian Wells.

Winner da semana: Robin Soderling, fazendo o seu e mantendo a quarta posição do ranking com a boa campanha em Roterdã.

Dupla-falta da semana: Andy Murray. Roterdã era uma grande chance para o tri-vice de Slams mostrar que não está abatido e recuperar sua desgastada imagem. Cair na estreia definitivamente não ajudou muito…

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Começa o US Open……… SERIES!

Estamos numa fase de marasmo no circuito, após Roland Garros e Wimbledon. São disputados alguns torneios no saibro, de baixa importância, sendo Hamburgo, na próxima semana, um deles. Porém, no fim de agosto começa o US Open e há uma grande temporada norte-americana em quadra rápida muito interessante de acompanhar.

Dez torneios compõem o chamado US Open Series, sendo Stanford, San Diego, Cincinatti e Montreal apenas para mulheres. Os homens disputam Atlanta (que divide esta semana com o saibro de Hamburgo), Los Angeles, Washington, Masters 1000 de Toronto e Masters 1000 de Cincinatti. O último é New Haven, que junta ATP e WTA, para depois, enfim, chegarmos a Flushing Meadows e ao último Grand Slam do ano.

Essa temporada rápida é muito bacana, pois os horários são camaradas, os jogos não são interrompidos por falta de luz natural e o público norte-americano gosta de tênis e interage com os atletas. Os tenistas que forem bem na US Open Series ganham bônus de premiação se chegarem à final do Grand Slam.

Para de comer queijinho, Roger...

No que ficar de olho? Bom, o único título de GS que falta a Nadal é exatamente esse, portanto, o espanhol deve se dedicar bastante. O problema é que, nessa fase do ano, é geralmente quando os joelhos do canhoto começam a reclamar. Federer, como mostraram suas fotos de férias, não está indo regularmente à academia. E, mesmo assim, ele continua sendo um candidato fortíssimo ao título.

Andy Murray é essencialmente um tenista de quadra rápida, então teremos suas melhores performances aqui. Sem falar que essa é a casa de Andy Roddick e seu saque-canhão, o lugar que ele conhece como ninguém. Correndo por fora, mas sempre perigoso, Djokovic.

Os sul-americanos não poderão torcer pelo atual campeão Juan Martín Del Potro. O argentino não joga desde janeiro, pois optou por fazer uma cirurgia no punho ao invés de lidar com as dores por muito tempo. Deve voltar só no fim de setembro, para disputar a semifinal da Copa Davis. De qualquer forma, ele perderá os 2000 pontos pelo título do US Open no ano passado, mais os da taça de Washington, despencando no ranking.

Nem Del Potro vai animar os hermanos em 2010

E o Bellucci? Bom, antes de pensar no US Open Series, ele tem que defender os bons resultados que teve nessa mini-temporada de saibro no ano passado. O brasileiro foi campeão em Gstaad em 2009, e precisa de ótimos resultados para não despencar também. A fatia do ranking em que ele está (entre 20 e 30) é muito acirrada em pontos, e cada resultado interfere drasticamente no ranking. Se ele falhar em defendê-los, pode não entrar como cabeça-de-chave no US Open, e isso seria um grande passo para trás.

Como sempre, uns vídeos no fim para relaxar. Encontrei-os no site da ATP, mas o “Saque e Voleio” também postou. O material promocional do US Open Series conta com esses comerciais/entrevistas. Roddick e Serena falando do Twitter, Federer ensinando uma jogada especial e dicas de culinária do Nadal. Enjoy!

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