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Ah, Monte Carlo…

Nós aqui, na frente do computador e os tenistas………… aqui:

A vida é dura.

PORÉM, isso não impede nossa diversão com o Masters 1000 de Monte Carlo, que começa nesse domingo e já teve um resultado WTF: Dolgopolov perdeu para o Gulbis na primeira rodada. Se bem que num lugar badalado como Mônaco, nosso letão festeiro deve se sentir em casa. Quem com certeza se sente em casa no local é Novak Djokovic, residente do paraíso que não jogará o torneio.

Sim, Djokovic está fora e isso praticamente tira toda a graça de Monte Carlo. Nós sabemos que, a não ser que um meteoro caia na quadra, Nadal estará na final. Do outro lado, Federer é grande favorito. Se o suíço mudou seu calendário para estar lá, é porque está com muita vontade de pelo menos chegar à final. Vamos então pensar no caminho de Fedal até a decisão…

Nadal: Gasquet nas oitavas. Hum, nem na quadra dura teria chance. O maior ranqueado para as quartas é o Berdych (nem me pronuncio). Na semi, Andy Murray. Mas a gente sabe que ele não chega até lá. Ainda mais com Stepanek, Malisse, Baghdatis, Montanes, Simon, Youzhny, Giraldo, Monfils e Bellucci como possíveis adversários. SIM, EU ACREDITO QUE O BELLUCCI SERIA CAPAZ DE VENCER O MURRAY. Nesse torneio e nesse momento específico, claro.

Federer: o tenista que mais ameaça até as oitavas, para mim, é o Almagro. Melzer e Davydenko não machucam mais ninguém (e farão uma ótima campanha porque eu disse isso, obviamente), Cilic e Kohlschreiber tirariam um set, no máximo. A coisa complica mais na semifinal, com Troicki, Ferrer, Raonic e Verdasco (acho que sai desse quarteto, com vantagem para o canadense e Ferrer).

OH WAIT: depois de publicar o post, lembrei que o Ferrer está na chave do Federer.

De qualquer forma, é bem provável que a gente tenha mais um Fedal a caminho. Desta vez, no leeeeeeeeeento saibro. No surprises? Espero que não. Com Djokovic fora, seria bom se algum outro tenista pudesse dar um susto em Roger e Rafa. Que a bela paisagem de Monte Carlo inspire nossos azarões.

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Não duvide de Roger e não menospreze Rafa

O jogo: não foi uma partida brilhante, principalmente no primeiro set. Roger sacou bem, demorou muito para usar a eficiente curtinha e cometeu muitos erros não-forçados. Rafa foi mais atento nos break points, estava passando muito bem e foi mais agressivo do que de costume. Mas ainda acho que Federer não estava motivado o suficiente.

Melhores análises do jogo você encontra na net, e essa não é a proposta desse site.

O que farei aqui é expor o que eu penso sobre esse confronto Nadal x Federer (14×7 agora).

Tenho procurado manter uma postura cautelosa em relação aos maus (?) resultados do Federer na temporada de saibro. Não se trata de querer tapar o sol com a peneira, muito pelo contrário. É exatamente porque já fui ‘calada’ pelo suíço, que penso duas vezes em fazer previsões catastróficas a seu respeito.

No começo do ano passado, quando eu era um ser ainda pior menos iluminado, publiquei um texto chamado “O tenista decadente” em um blog da minha sala. Foi logo após aquele Australian Open que o Nadal ganhou e Federer chorou de tristeza ao seu lado. O texto era forte demais e mal escrito. Porém, o pior de tudo é que logo depois o cara começou a virar o jogo (em Madri, coincidentemente) e rasgou cada palavra que eu escrevera.

Depois de uma curiosa e sincera mea culpa, eu olhei Roger com muito mais respeito. E entendi que ele realmente não dá a mínima para torneios além do Grand Slam, inclusive os Masters. Mas sempre quis saber o que se passava na cabeça do suíço durante aquele período ruim, em que perdeu Wimbledon e o topo do ranking, foi mal na Olimpíada e chorou na Austrália. Também, o que significava para ele ter vencido o ‘bloqueio’ no saibro, ao vencer o Aberto da França ano passado.

Pois bem, um dos meus jornais favoritos, o espanhol “El País”, perguntou a ele tudo que eu gostaria de saber. Tomei a liberdade de traduzir e reproduzir alguns trechos:

Você chorou ao perder a final na Austrália em 2009 e ao ganhar nesse mesmo ano Roland Garros enfrentando Soderling.

Federer: É bonito levar as pessoas comigo e minhas emoções. Eu preferia fazê-lo sozinho. Agora posso voltar a esses momentos, porque estão documentados. (…) Eu chorei muito uma época. Havia razões por trás daquilo. Mas agora estou contente de todos terem visto.

‘Sinto-me mais homem’, foi a sua frase ao ganhar pela primeira vez Roland Garros na sua quarta final seguida.

Federer: Por que no saibro não foi tão fácil como nos outros pisos? Por que não fui tão dominante? Porque nos outros pisos fazia meu jogo sem pensar. Tudo ocorre naturalmente: passo da defesa ao ataque quando e como quero. No saibro, não é preciso um voleio ou um saque. Precisa apenas de pernas, direita e revés incríveis e correr a quadra toda. Não estou diminuindo Rafa: ele é bem sucedido em todos os pisos. Mas no saibro, você consegue escapar e competir com muitos problemas no seu jogo. Não digo que é simples, mas sim que é muito fácil. Tive que aprender a controlar a agressividade do meu jogo. Adoro terminar os pontos rapidamente, com duas jogadas. No saibro, você pode fazer isso em 50% dos pontos, mas se arrisca demais, abre mão dos outros 50%. Tive que aprender a jogar de trás da quadra e usar os ângulos. Foi uma lição de geometria. No saibro, você pode jogar bem e perder. Mas tem que jogar com inteligência.

A chorosa final na Austrália em 2009

Vencer Roland Garros teria outro sabor contra Nadal?

Federer: Obviamente. Nenhum major terá o mesmo sabor que meu primeiro Roland Garros. É o que eu buscava, aquele que perseguia, o título para qual me preparava quase em segredo. Fazia pré-temporadas em fevereiro para me preparar para as semis da França em maio. Sempre soube que podia ganhar, mas consegui-lo realmente, chegar à final, é uma satisfação incrível. Sempre esperei que pudesse ganhar de Rafa, mas não se pode escolher quem está do outro lado da rede. Seguimos em frente com nossas carreiras. Espero que tenhamos mais oportunidades de jogar na Philippe Chatrier (quadra central).

Você fala como se estivesse marcado no futuro.

Federer: Quando o Agassi me deu o troféu de Roland Garros, me disse: ‘Você merece. É o destino’. Pensei: ‘É verdade’. Senti o mesmo. Depois de ter me entregado tanto em tantos anos em Paris… Sabe, por mais que as pessoas digam, nunca achei que meu problema fosse o saibro. Meu problema era Rafa. O cara é incrível. Há quem não ache isso, mas é a verdade, infelizmente para uma enorme geração de jogadores de saibro. Então, foi como se o destino tivesse viesse me buscar. Ser capaz de aguentar a pressão e acreditar todo ano que poderia vencer, embora Rafa destruísse meus sonhos, foi a minha maior fortaleza. Você pode se desmoralizar muito rápido. O momento da derrota é um golpe muito forte. Sempre acreditei que poderia melhor. Por isso acredito no destino.

Caso prefira, aqui está a íntegra

Final de Wimbledon 2008, a derrota mais sofrida de Federer

WINNER DA SEMANA: para Yevgeni Kafelnikov, o russo que foi um dos grandes rivais de Gustavo Kuerten. Ele esteve no Brasil essa semana, no Grand Champions, e deve ir a Florianópolis em agosto. Apesar da fama de freguês, por Guga tê-lo vencido as 3 vezes que venceu Roland Garros, “café-no-copo” era sempre um adversário duríssimo. Quantas vezes eu xinguei esse cara… Saudades disso. Saudade do Guga.

DUPLA FALTA DA SEMANA: hoje é bem grande.

Após ser eliminado na segunda rodada em Madri, Thomaz Bellucci culpou o desgaste por ter jogado a Copa Davis dois dias antes. “Senti bastante, principalmente o fuso horário. Eu estava lento, mas já sabia que seria uma semana muito dura em razão da Davis”, disse o rapaz, na Folha. Os melhores tenistas sempre enfrentam esse dilema de largar a preparação dos torneios ATP para defenderem seus países. Até aí, tudo bem, valeu Thomaz, etc. Mas o que eu não entendi ainda foi não terem dispensado o nosso número 1 no sábado, quando o confronto já estava ganho pelo Brasil por 3×0.

Não custava nada ter colocado o Bruno Soares ou o Marcos Daniel para jogarem no domingo, como fez o duplista Marcelo Melo. Belluci jogou sem necessidade, foi à Espanha e, na terça, já estava em quadra novamente. Péssima decisão de João Zwetsch, capitão do Brasil e técnico de Thomaz, que influenciou decisivamente o mau desempenho do brasileiro em Madri. Vidente costumeira que sou, antecipei o fato no próprio domingo.

O post foi só sobre eles, então não postarei o ‘formas de detectar Nadaletes e Federetes’. Semana que vem, faço um raio-X de “Rolangarrô”. Beijokas.

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He's a gypsy…

Today, on Entertennis Weekly… Masters de Roma, os mistérios de Rafa e tênis na telinha.

Antes de tudo: estou um pouco arrependida do nome que escolhi para este blog. Tenho que ficar soletrando…

Outra: não entendeu o título do post? Entenda.

Roma feelings

Eu coloquei um mapa da Letônia aqui para que você localizasse precisamente onde nasceu, há 21 anos, o ser humano que eliminou Federer na estreia de um Masters e quase levou Nadal junto. O nome dele é Gulbis, Ernests (com S no fim mesmo) Gulbis, uma das maiores promessas do tênis mundial. Talentoso, destemido e amadurecendo cada vez mais.

Quem acompanha o circuito com mais atenção conhece o rapaz há mais ou menos um ano e pouco. Sempre fazendo jogos duros contra os grandes, mas pecando um pouco no aspecto cerebral/ emocional do jogo. No tênis, isso faz muita diferença. Não assisti ao 2/6, 6/1, 7/5 contra Federer, mas uma das maiores Federetes que conheço afirmou que o rei estava sem nenhuma vontade. Parecia não estar nem aí. Era a oportunidade perfeita para que um jovem cheio de vontade e talento o derrotasse. Bedi Bedi Roger… (by Joel Santana).

Nadal levou a taça em Roma merecidamente pela semi contra o letão. Quando começava a relaxar no segundo set, Rafa foi surpreendido por uma série de golpes excelentes em todos os cantos da quadra. Sabemos que o espanhol aprecia uma corridinha, mas Gulbis foi tão competente, que dificultou a vida do número 3 até nisso. Há algum tempo não víamos lindas curtinhas deixando o touro babando na rede. Convenhamos: é preciso coragem para fazê-lo. Veri Gudi, Ernests!

E o merecimento de Nadal esteve em não perder a concentração diante dessas dificuldades. É impressionante como Rafael não se abala. Tanto que dá aqueles socos e pulos de comemoração que, para muitos, são exagerados. A final contra o compatriota Ferrer foi previsível e chata, por causa das duas interrupções.

Os tiques

Ao sentar em seu banco, ele treme estranhamente as pernas. Checa seus pertences repetidamente, coloca as duas garrafas milimetricamente alinhadas, pula enquanto o sorteio é feito e dá um pique de Usain Bolt até o fundo da quadra.

Antes de cada saque, dá uma ajeitada no tronco, coloca os fios de cabelo atrás da orelha e… chega o momento: ele ARRUMA A CUECA. Por quê?! Por queeeeeeeee ele faz isso?

Todos têm os seus tiques, mas Nadal elevou a mania às últimas consequências. Além dos adversários imitando, o público dá uma risadinha discreta toda vez que ele executa o movimento. E o espanhol simplesmente não fala sobre isso. Eis um mistério do tênis. Assim como as cordas vocais de Sharapova.

WINNER DA SEMANA: seria tosco da minha parte não dizer Gulbis depois de toda a babação que fiz lá no começo.

DUPLA FALTA DA SEMANA: curiosamente, vai para uma dupla de pipoqueiros: Verdasco e Djokovic. Dois jogadores que poderiam marcar história no tênis, mas preferem entregar jogos de graça, dando chiliques e surtos. #FAIL

Tennis on telly

Nessa semana, eu estive numa palestra sobre esporte na era digital, na qual estavam presentes João Pedro Paes Leme e Tiago Leifert, jornalistas da TV Globo. A maior discussão da tarde foi o espaço que a TV dá aos esportes olímpicos. Diante de amantes de polo aquático, natação e até arco e flecha (ou tiro com arco?), a defesa dos globais era de que o tempo da telinha é limitado e não podemos ignorar a extrema predominância do futebol no país.

Eu concordo em parte com eles, mas não discutirei isso aqui. É que a conversa me fez lembrar como acompanhei tênis todo esse tempo (13 anos), apenas pela TV. Primeiramente, com a Manchete, claro, depois com a ESPN e, finalmente, no Sportv2. Houve algumas tentativas de transmissão nas redes abertas quando a Rede TV! começou a ocupar o canal 9 em São Paulo, mas só perduraram enquanto Guga estava no auge.

Os canais da TV a cabo costumavam acompanhar os bastidores de Guga e mostrá-los em especiais, como o “Nas Pegadas do Campeão”, da ESPN. Hoje, o Sportv tem mais torneios, apesar de transmitir dois Grand Slams, contra 3 da ESPN. Já a WTA tem no Bandsports a sua casa. Enquanto Oswaldo Maraucci comenta os jogos de GS no Bate-Bola, os outros integrantes da mesa viajam na maionese. E quando o assunto surge no “É Rapidinho”, também da ESPN, os comentaristas se olham, sem muito o que dizer.

É impressão minha ou eu e mais 10 pessoas no Brasil vemos jogos de tênis? Algo a se pensar…

Ah, penso depois! Por que agora é hora de…

FORMAS DE DETECTAR NADALETES E FEDERETES:

Nadalete: “O Gulbis dificultou, mas o Rafa mostrou que leva o jogo mais a sério”.

Federete: “Daqui a três semanas a gente conversa”.

Não falei de Bellucci nem de WTA hoje… semana que vem, ok?

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Ready? Play… on clay.

Ah, não há melhor momento para iniciar um blog sobre tênis do que quando começa a temporada de saibro…

Primeiramente, porque é o piso onde vimos (vemos?) o maior número de vitórias brasileiras. Também porque é quando a temporada fica mais animadinha. Com Roland Garros e Wimbledon chegando, o Federer coincidentemente fica mais motivado e temos um adversário à altura (ignore os joelhos) em sua superfície favorita.

Antes de qualquer coisa, esse não é um blog Nadalete ou Federete. Pelo contrário, sempre torço pelos dois e me dói toda vez que um deles é eliminado por um mané tenista que acordou inspirado. Paremos com as divagações e falemos do que interessa: Monte Carlo.

O borracheiro de Mallorca

Rafa recupera a confiança, mas ainda entorta a boca

Esse título é uma brincadeira com o verdadeiro passeio que o Nadal deu nesse torneio, incluindo três pneus (contra  Baikker, Berrer e Verdasco). Ok, a chave dele não foi um mata-mata de Champions League, mas não é culpa do espanhol se Andy Murray e Novak Djokovic não honraram os postos que ocupam no ranking. Ele fez o que deveria fazer: atropelou dois quase anônimos e seus compatriotas Ferrero, Ferrer e Fernando.

Dando uma viajada aqui: Rafa encarou esse torneio como o Santos jogou o Paulista e a Copa do Brasil. Se o nível é fraco e os adversários parecem amadores perto de sua força, goleada, digo, pneu neles! A mesma dificuldade que os santistas têm nos clássicos Nadal também terá ao enfrentar seus maiores rivais novamente. O importante é que ele chegue à França confiante, forte, veloz, com seus tiques estranhos e SEM a bermuda xadrez (PLEASE!)

Cornetas no Bellucci

Calma, Thomaz!

Confesso que não vi a derrota para Kohlschreiber. Mas entrei no Twitter (BTW, siga aí: @sheilokavieira) e o ‘mundo’ estava caindo de reclamações e xingamentos ao moço de Tietê. Conversei com algumas pessoas (pessoas = Gustavo Loio, siga também: @blogtopspin) e elas me disseram que Bellucci caiu de produção no segundo set. O terceiro, como mostrou o placar, foi bastante disputado.

Gustavo concorda comigo que não há motivo para tanta “cornetagem”. Thomaz é um tenista brasileiro especial que conseguiu chegar longe numa época difícil para o tênis brasileiro. É um profissional muito bem-sucedido e, mesmo se não conseguir alcançar uma posição maior que 28º (sua maior marca), terá um lugar especial no nosso álbum de figurinhas.

Porém, é inevitável perceber que ele ainda não evoluiu muito em relação ao ano passado. A movimentação lateral precisa melhorar, Bellucci cansa em jogos de 3 sets, não sabe mudar o ritmo do ponto, perde a concentração e depende bastante de seu (belo) saque.

Jogar de igual para igual contra bons tenistas e ser seed em ATPs e Masters 1000 são grandes feitos, mas acredito que os objetivos do moço para 2010 não se resumem a isso. Que a temporada de saibro o ajude (ignoremos o começo com o pé esquerdo, combinado?)

WINNER DA SEMANA: não é para um tenista, mas para uma página de Internet!!! De uma tenista… @CaroWozniacki Sim, o Twitter da dinamarquesa está bombando. A número 2 do mundo cativa seus seguidores falando sobre seu almoço e dando até pitacos sobre futebol (homens delirando aqui). Depois de torcer o tornozelo ontem na semi de Charleston, informou aos fãs que estava na cama com gelinho no pé. Fofa! Oremos para que ela não comece a frequentar desfiles de moda (#sharapovafeelings).

DUPLA FALTA DA SEMANA: Andy Murray, claro. Acho que ele chegou a Monte Carlo e atrasaram a bagagem dele, o quarto do hotel era ruim, sei lá. Que falta de jogo, vontade, poder de reação, tudo! A derrota para Kohlschreiber (ainda soletrarei errado esse nome) mostra que o escocês tem um longo caminho a percorrer na terra batida. E ainda ficou tuitando a semana inteira como se nada tivesse acontecido… #se-mata

PS: sem comentário para Djokovic. Desisti de entendê-lo e apenas aprecio sua beleza.

Bom, para fechar esse post de estreia, uma série fixa, que pretendo alimentar todo domingo.

Eis “Formas de detectar Nadaletes e Federetes”:

– FEDERETE: “Monte Carlo não vale nada. O que importa são Grand Slams… e o Torneio da Basiléia, claro”.

– NADALETE: “Corneteiros de plantão, falem algo depois dessa semana! O rei vai recuperar sua coroa em RG”.

QUE VENHA BARCELONA!

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